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Prioridades prudenciais e análise dos riscos e das vulnerabilidades

As prioridades prudenciais estabelecem os domínios de incidência das nossas atividades de supervisão nos próximos anos. São definidas anualmente, mas podem ser revistas a qualquer momento, se a evolução dos riscos o justificar.

Determinamos as nossas prioridades prudenciais com base no que consideramos ser os principais riscos e vulnerabilidades enfrentados pelas instituições supervisionadas no atual contexto económico, regulamentar e prudencial.

Prioridades prudenciais em 2022-2024

Quais são as prioridades prudenciais?

Prioridade 1

Assegurar que as instituições de crédito saem da pandemia robustas

Abordar o impacto da pandemia e garantir que o setor bancário permanece resiliente é um objetivo crucial.

Impacto da pandemia

Principais vulnerabilidades

Deficiências nos quadros de gestão do risco de crédito

As instituições de crédito devem corrigir as deficiências nos seus quadros de gestão do risco de crédito para reforçar a resiliência a uma potencial deterioração da qualidade dos ativos.

Gestão do risco de crédito
Exposição a setores vulneráveis

Alguns setores foram mais afetados pela pandemia do que outros. A exposição das instituições de crédito a estes setores precisa de ser adequadamente acompanhada e gerida.

Setores vulneráveis
Exposição a financiamento a clientes alavancados

A procura de rendibilidade contribuiu para uma nova acumulação de riscos nos mercados de financiamento a clientes alavancados. As autoridades de supervisão intensificarão os seus esforços para garantir que as instituições de crédito gerem de forma adequada os riscos neste segmento.

Financiamento a clientes alavancados
Sensibilidade a choques sobre as taxas de juro e os diferenciais de crédito

As instituições de crédito devem estar preparadas para fazer face a uma eventual reavaliação do preço do risco nos mercados financeiros, nomeadamente choques de médio prazo sobre as taxas de juro e os diferenciais de crédito.

Choques sobre as taxas de juro e os diferenciais de crédito

Prioridade 2

Assegurar que as instituições de crédito corrigem deficiências estruturais

As instituições de crédito devem corrigir as deficiências persistentes nas suas estratégias de transformação digital e na sua governação. Tal ajudará a reforçar a resiliência e a sustentabilidade dos seus modelos de negócio.

Deficiências estruturais

Principais vulnerabilidades

Deficiências nas estratégias de transformação digital das instituições de crédito

A digitalização do setor bancário acelerou. Como autoridade de supervisão, concentrar‑nos‑emos em garantir que as instituições de crédito dispõem de estratégias sólidas e de mecanismos adequados.

Estratégias de transformação digital
Deficiências nas capacidades de direção dos órgãos de administração

As instituições de crédito necessitam de reforçar a eficácia dos seus órgãos de administração e as suas capacidades de orientação estratégica para fazer face aos riscos e desafios decorrentes do ambiente em constante evolução no qual operam.

Capacidades de direção dos órgãos de administração

Prioridade 3

Assegurar que as instituições de crédito dão resposta aos riscos emergentes

As instituições de crédito enfrentam vários desafios emergentes. Centraremos a atenção nas vulnerabilidades relacionadas com três temas: riscos climáticos e ambientais, risco de crédito da contraparte e resiliência informática.

Riscos emergentes

Principais vulnerabilidades

Exposição aos riscos climáticos e ambientais

Fazer face aos riscos decorrentes das alterações climáticas e da degradação ambiental será um dos principais desafios das instituições de crédito e das autoridades de supervisão nos próximos anos.

Riscos climáticos e ambientais
Exposição ao risco de crédito da contraparte

As instituições de crédito devem dispor de quadros de governação e de gestão do risco sólidos para lidar adequadamente com os riscos decorrentes de uma exposição acrescida a contrapartes de maior risco e menos transparentes.

Risco de crédito da contraparte
Deficiências a nível da externalização de serviços informáticos e em termos de ciber‑resiliência

O ritmo acelerado da digitalização torna essencial reforçar a resiliência das instituições de crédito a ciberameaças e assegurar uma gestão adequada da externalização de serviços informáticos.

Externalização de serviços informáticos e ciber‑resiliência

Como utilizamos as prioridades prudenciais e a análise dos riscos?

Além de estabelecerem os principais domínios de incidência das autoridades de supervisão nos próximos anos, as prioridades prudenciais e a análise dos riscos proporcionam um contributo importante para o processo de análise e avaliação para fins de supervisão (Supervisory Review and Evaluation Process – SREP).


SREP
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